GM foi acionada para escoltar os ônibus durante greve em Piracicaba


Segundo o secretário municipal de Trânsito e Transportes (Semuttran), Paulo Prates, a intenção da escolta  é garantir a segurança dos funcionários em meio à paralisação da categoria. A decisão dos trabalhadores de que todos os motoristas parassem de trabalhar a partir desta tarde contraria uma liminar do Tribunal Regional Eleitoral (TRT) de Campinas, que determinou que 70% da frota de ônibus estivessem nas ruas de Piracicaba nos horários de pico e que 50% dos veículos fossem disponibilizados aos passageiros nos demais horários.
Uma das empresas de transporte, a Piracema, requisitou proteção policial para manter os ônibus em operação. Segundo Soares (Presidente do sindicato Trabalhadores), a companhia possui 250 motoristas e 95 veículos, mas não soube especificar se todos eles estavam funcionando.
Questionado se o movimento corre o risco de ser considerado ilegal por desrespeitar uma decisão judicial, o presidente do sindicato foi evasivo na resposta. “Vamos esperar o juiz decidir se a greve é ilegal ou não”, declarou o sindicalista.
Posição da Prefeitura
Segundo o secretário Paulo Prates, cerca de 130 ônibus funcionaram nesta terça-feira, reunindo funcionários de três das cinco empresas de transporte. Para ele, a situação deve melhorar na quarta-feira (6).

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