Vereador defende maior integração da Guarda Civil com forças policiais de SP. Filha dele, Liana Friedenbach foi assassinada por Champinha em 2003.

A comissão de segurança foi criada após a aprovação do desmembramento da Comissão Extraordinária de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais, da qual Ari Friedenbach também faz parte. Ele disse que, a príncipio, era contra o desmembramento, mas depois mudou de ideia. “Os trabalhos desta comissão não vão abafar os da comissão de direitos humanos. Tem muito a ser abordado, a ser debatido na questão de segurança na capital”, afirmou.

Dentre os temas que deverão ser debatidos pela nova comissão para melhorar a segurança da capital, estão a melhor integração das polícias Civil e Militar com a Guarda Civil Metropolitana, a instalação de um sistema de monitoramento mais sofisticado em áreas consideradas mais críticas e a ampliação e melhorias na rede de iluminação da cidade, de acordo Friedenbach.

“A primeira finalidade da Guarda Civil é a preservação do patrimônio público, mas creio que a função da Guarda pode ser ampliada e o Guarda-civil também passe a fazer o policiamento ostensivo das ruas. Para esta mudança, seria necessário um melhor aparelhamento e melhor remuneração do Guarda-civil”, disse. O trabalho de prevenção a crimes nas ruas da capital é feito exclusivamente pela Polícia Militar.

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