Guardas Municipais de Fortaleza paralisaram as atividades na manhã de ontem, 14 de outubro.

 As 60 viaturas do órgão ficaram paradas, e cerca de 200 Guardas cruzaram os braços na sede da instituição, no bairro Rodolfo Téofilo. As informações são da Redação Web do Diário do Nordeste.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais da Região Metropolitana de Fortaleza (Sindiguardas), Márcio Cruz, dentre as diversas reivindicações está a falta de estrutura e segurança para que a categoria possa trabalhar.

Ainda segundo o sindicalista, os funcionários que estão trabalhando no Parque do Cocó - no local onde serão construídos dois viadutos em obra da Prefeitura - encontram-se sem munição e com coletes vencidos. "Eles (guardas do Cocó) estão trabalhando totalmente sem condições. Estão sem munição, e os coletes estão vencidos. No último fim de semana, um carro parou em frente ao Cocó e passou a atirar nos guardas", disse Márcio, acrescentando que muitos dos oficiais lotados no local não receberam treinamento para aquele tipo de operação.

Outras insatisfações são a nomeação de Paulo Martins para a chefia da Guarda e a criação de novo pelotão do órgão, quando, segundo os guardas, a instituição não tem estrutura sequer para garantir boas condições de trabalho para o efetivo já existente.

Reunião

A equipe do Diário do Nordeste entrou em contato a assessoria de comunicação da Prefeitura, que afirmou estar em andamento um processo licitatório para a aquisição de novos coletes, com previsão de conclusão até o fim do ano. As reivindicações da categoria foram discutidas em reunião, na noite de ontem, no Paço Municipal, mas até o fechamento desta edição, a assessoria não tinha informações sobre o fim do encontro.

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