Coronel no comando da GM? dificilmente beneficia a População.

O que ocorre muito em todo Brasil é o Imperialismo do Militarismo, não conheço as Policias Militares de outros estados, conheço tão somente através das mídias, mas a policia Militar do Paraná esta eu conheço muito bem, eu acho muito difícil existir força Policial Melhor que a PM do Paraná, são excelência, são heróis, mesmo com tantas adversidades que enfrenta fazem um trabalho glorioso.

Vou citar como exemplo as Guardas Municipais de Curitiba e Região metropolitana também são excelência em suas atuações que não se limitam a cuidar de prédios e praças.

Agora o que acontece muito em algumas Cidades onde colocam ex policiais militares no comando, em algumas não são em todas, estes coronéis com mentalidade da era imperial, tem tentado segurar o crescimento das Guardas Municipais ao máximo, temendo que a Guarda Municipal ocupe o lugar da Policia Militar, mas a realidade não é esta, a Guarda Municipal jamais vai ocupar o lugar de outra força policial que realiza um trabalho de excelência, jamais, a Guarda Municipal está criando sua própria identidade, dia após dia.

Mais Uma Vez quero ressaltar meu imenso respeito a Policia Militar, a do Paraná em especial, pois são excelência em segurança pública, excelência!
Mas a Guarda Municipal é uma instituição Civil, Uniformizada e Armada e é tão clara a intenção do constituinte de admitir uma atividade de polícia administrativa pelas Guardas Municipais, que houve por bem inseri-las no art. 144.§ 8º.

Quando vejo matérias como a que vou postar abaixo, fico indignado em ver pessoas correndo na contra mão da evolução e prejudicando uma população inteira para satisfazer seu orgulho próprio.

Ninguém nasce pronto, seja um médico, um mecânico ou um policial, todos estudam, treinam e se preparam para se tornarem bons profissionais.
GM Reginaldo Diniz.


Abaixo uma matéria que deve ser analisada: 


Guarda Municipal cresce e muda de perfil, Londrina PR.

Pouco mais de um ano depois de ter saído das ruas para fazer a segurança dos prédios públicos, a Guarda Municipal voltou a ser vista em patrulha por Londrina. Apesar disso e de estarem também sendo preparados para usar armas, os guardas não vão assumir papel de polícia, garante o secretário municipal de Defesa Social, o coronel Rubens Guimarães. Para especialista Cleber Silva Lopes, no entanto, esse panorama vai na contramão da maioria das cidades de médio e grande porte no Brasil.

Quando foi retirada das ruas para substituir empresas terceirizadas no serviço de vigilância, o efetivo da Guarda Municipal era de 186 pessoas. Com aquelas que foram efetivadas em dezembro, o quadro saltou para 330. Recentemente, começou o curso de formação da 3ª turma da corporação, com mais 50 alunos, que vai se preparar durante quatro meses.

Esse aumento no efetivo, justifica Guimarães, permitiu que algumas equipes voltassem a reforçar a segurança pública da cidade. Ainda assim, a quantidade é considerada insuficiente. “A necessidade é de 500 guardas, porque assumimos toda a demanda de vigilância”, avalia.
Segundo o coronel, a patrulha ostensiva é feita por equipes que circulam entre os pontos públicos onde a vigilância é feita. “Por exemplo, a viatura sai do Lago Igapó e vai até a Praça Tomi Nakagawa. Se no trajeto eles verificam uma ocorrência, não justifica ignorar. Não é preciso chamar a polícia, porque os guardas têm competência para agir.” 

Foi o que ocorreu no mês passado, quando guardas municipais prenderam dois homens furtando telhas da Catedral Metropolitana. O secretário ressalta, porém, que a “função constitucional é cuidar dos postos públicos, prédios e praças”. A corporação não está autorizada a realizar operações independentes, mas pode prestar apoio àquelas da Polícia Militar (PM). 

Essas ações, diz o secretário, justificam a necessidade de armar a guarda, processo que vem se arrastando há muito tempo. “O teste psicológico está sendo licitado, o material para o curso foi comprado e fechamos o convênio com a Secretaria de Segurança para dar o curso.”

Contramão:

Para o professor do departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina (UEL) Cleber Silva Lopes, Londrina está na contramão do cenário nacional. Pesquisador de organizações de policiamento, ele afirma que, em cidades de grande e médio portes, a Guarda Municipal tem tido papel mais relevante.

Para ele, a vigilância do patrimônio do Município poderia ser, em grande parte, terceirizada. “Existe uma restrição constitucional, mas, com um pouco de criatividade e esforço político, é possível fazer com que a Guarda desempenhe um trabalho mais importante.”

O calçadão, ele exemplifica, é uma área em que os guardas poderiam oferecer mais proteção. “Aquela região precisa de mais policiamento. Há muita circulação de pessoas, comércio de ambulantes, pequenos furtos e pequenos crimes.”
http://www.jornaldelondrina.com.br

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