Nova lei deve fortalecer GMs





A nova lei federal que regulamenta as guardas municipais do País, sancionada nesta semana, abriu discussão sobre a importância dessas forças de segurança. A regulamentação permite o porte de arma de fogo e institui o poder de polícia à corporação, que até então, se limitava, ao menos legalmente, a proteger patrimônios públicos. Na região, além de Apucarana e Arapongas, Cruzmaltina e Mauá da Serra, já implantaram guardas municipais.


As corporações tem se tornou essenciais sobretudo nos grandes centros, onde demanda é maior que o efetivo da PM. Entretanto, a falta de estrutura e contingente ainda é o principal obstáculo da corporação municipal.


Em Apucarana, a Prefeitura estuda a elaboração de um novo concurso público para a contratação de pelo menos mais 15 guardas, complementando o quadro atual de 30 homens da GM. O efetivo da guarda de Apucarana não é compatível com a população de quase 130 mil habitantes, apesar da segurança proporcionada pela PM. 


A equipe faz uso apenas de armamento não letal e dispõe de 7 automóveis e 6 motos para executar os serviços que incluem preservação do patrimônio público e fiscalização do trânsito, que é municipalizado. “Temos os equipamentos necessários para desenvolver nosso trabalho”, ameniza o comandante da GM de Apucarana, Ataíde Pantaleão. 


A expectativa dele é que, com a nova regulamentação, haja uma melhor capacitação com treinamento de armas letais e a ampliação do efetivo, para que a instituição possa trabalhar em conjunto com a PM. Dentre os municípios citados, Arapongas se destaca como exemplo, por ter a Guarda Municipal mais estruturada e com maior efetivo. São 85 guardas municipais, para uma população de 112 mil habitantes. 


As equipes têm a disposição a frota de 29 veículos (15 automóveis e 14 motos) para execução dos trabalhos. O grupo também conta com canil, integrado ao batalhão da 7ª Companhia de Polícia Militar (CIPM), setor de proteção ambiental, patrulha escolar e departamento antidrogas. “A GM de Arapongas não muda praticamente nada com a nova lei, pois vinha atuando no trabalho preventivo e ostensivo com o uso de armas letais desde 2012”, destaca o secretário Municipal de Segurança, Antônio Glênio Machado.



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